Roberto Caruso
Guardiões da Cultura Viva

Porta Vozes da Alegria.

Vozes, arquétipos e presenças que nutrem o Ecossistema Organizacional. Não são personagens, e sim expressões lúdicas,  reconhecíveis no cotidiano social e organizacional. Comunicação estratégica num formato único e original. Aqui a arte está a serviço do aprimoramento humano.

“Em toda cultura viva, há vozes que se expressam. São elas que sustentam o invisível, e mantêm o ser humano inteiro.”

“Aqui há lugar para você inteiro”

Giuseppe é a presença viva da curiosidade, que inspira foco e escuta ativa, para lembrar que cuidar de si e da cultura, é uma forma profunda e prazerosa, de produzir resultados extraordinários com os próprios talentos!

“Rir junto também é cultura. E pede criatividade e coragem”

Pipoca Kenti é o mestre do imaginário, da criatividade, que costura silêncios, mal-entendidos e reconciliações em tecido vivo criativo. Para criar novos caminhos, basta lembrar de respirar, sorrir, e ter coragem de fazer acontecer.

“Toda árvore cresce forte quando sua raiz é bem nutrida”

Nhô Capim é o mestre do cultivo, e convida para o encontro de soluções, com responsabilidade, coragem e destreza, pois somente assim se conquistam colheitas extraordinárias.

“Conhecimento é o tempero da Vida”

Jessé Bolá é o alquimista das combinações, o mestre dos temperos, o inspirador de receitas. Pra se alimentar feliz é vital saborear a Vida.

“Cultura se tece com o fio que liga as pessoas”

Dra.Vavá é mestra em relacionamentos interpessoais e conexões sustentáveis. Ela ensina como aliviar o sério sem perder a profundidade, lembrando que leveza não é o oposto de seriedade, e sim, o que promove autenticidade.

“A Vida é em movimento”

Wilson Gilson Sol desperta as pessoas pelo movimento natural do "Agora".  Estar em forma emocional é vital, e ele fortalece as musculaturas emocionais, para quem deseja estar bem na vida!

Convite

Qual Porta-Voz irá somar à sua cultura?

Os Porta-Vozes da Alegria não vivem em personagens;  vivem em pessoas reais, em gestos diários, em decisões pequenas. Reconhecê-las é o primeiro ato de cuidado coletivo.